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terça-feira, 8 de novembro de 2011

Motoristas terão uma semana para se adaptar às mudanças

Fechamento do acesso para a Av. Maria Dolores, que passa a ter sentido único,
causou engarrafamento e irritação Foto: Carlos Santos/DN/D.A Press
Os motoristas que moram ou frequentam Nova Parnamirim terão uma semana para se adaptar às mudanças no trecho que dá acesso à Avenida Maria Lacerda Montenegro, uma das principais vias do bairro e por onde circulam uma média diária de 25 a 30 mil motoristas. A Avenida Maria Dolores, que faz a ligação da via com a BR-101 e cujo cenário mais habitual em horários de pico era de engarrafamentos, passou a ter sentido único desde ontem pela manhã, conforme determinação da Secretaria de Trânsito e Transportes de Parnamirim (Setra). Cerca de 30 agentes vão trabalhar no trecho para orientar os motoristas. Somente após segunda-feira, 14, serão aplicadas multas a quem insistir em desobedecer as novas regras de trânsito no local.

A primeira hora da mudança, das 7 às 8 horas, foi de tormento. Isso porque a Setra decidiu colocar as manilhas de isolamento no acesso fechado da BR-101 à Maria Dolores apenas naquele momento, o que obrigou o trânsito a ser parado, gerando irritação dos motoristas com o gigantesco engarrafamento formado, ainda maior do que o que se forma normalmente no trecho. Desaforos e buzinaço completaram o cenário. O secretário de trânsito, Antônio Batista Barros, que no momento do fechamento dava uma entrevista ao vivo para uma emissora de TV, ficou incomodado com as críticas. "Esse pessoal não entendeu que era apenas para fechar o acesso. Depois que liberamos, todos puderam ver que o trânsito foi parado apenas naquele momento de mudança", afirmou ele, reconhecendo que o fechamento ocorreu tardiamente.

Para dar apoio à operação inicial, além dos educadores e agentes de trânsito, a Setra contou com apoio do Comando de Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF). "Os motoristas ficaram assustados, mas é normal, acho que essa mudança veio para ficar. Amanhã, na hora do rush, é que poderemos avaliar melhor o impacto no cotidiano dos motoristas", opinou o comandante do CPRE, Francisco Canindé de Freitas. Passado o caos inicial, otrânsito fluiu bem na Avenida Maria Dolores, prolongamento da Avenida Maria Lacerda, em Nova Parnamirim, durante todo o dia de ontem.

Os veículos que entrarem pela avenida Abel Cabral, poderão pegar à direita na rua Arnaldo Barbalho Simonetti, que também terá sentido único, e no primeiro posto de revenda de combustível, para terem acesso, de novo, à avenida Maria Lacerda Montenegro. No encontro dessas duas vias, será colocado um sinal de dois tempos para que os veículos também possam fazer inversão para a rua Maria Dolores, ou, então, seguirem em frente pela avenida Maria Lacerda Montenegro.

Opiniões divididas



As mudanças no transito em Nova Parnamirim dividiram a opinião dos motoristas e moradores da área. Alguns gostaram e outros não. "Moro aqui próximo, às vezes demorava dez minutos apenas pra circular 50 metros adiante. Hoje fiz esse mesmo percurso bem rapidinho", disse o corretor de imóveis José Antunes. "Tem tudo para melhorar o trânsito. Eu chegava a demorar 40 minutos para percorrer toda a Maria Lacerda por causa desse gargalo. Hoje [ontem] foi mais rápido", avaliou o comerciante Jenê Rocha.

Já o servidor público Alexsandro Pessoa da Silva não gostou da modificação. "O que fizeram foi retirar o engarrafamento daqui e levá-lo até a Abel Cabral. Lá tem um semáforo de quatro tempos, que demora muito a abrir", disse ele. O morador Getúlio Leandro, funcionário público estadual, prefere a cautela. "Vamos aguardar para ver se isso vai dar certo. No que se refere às mudanças de paradas, sou usuário de ônibus e, para mim, deslocar as paradas para a Abel Cabral não modifica nada. O problema é o sistema de ônibus, que é ruim". 

http://www.diariodenatal.com.br/2011/11/08/cidades1_0.php

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

PRF contesta novos retornos na BR-101

Aconstrução de cinco retornos semafóricos entre o viaduto de Ponta Negra e a entrada de Parnamirim, que compreende um trecho dez quilômetros da BR-101, representa a primeira discórdia no projeto de duplicação da rodovia entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT-RN), responsável pela obra. A PRF discorda que a existência desses retornos irá dar mais fluidez ao trânsito, como afirma o DNIT. O assunto foi discutido ontem de manhã numa reunião entre o superintendente substituto da PRF-RN, inspetor Athaliar Gibson, e o superintendente regional do DNIT, Ézio Gonçalves dos Reis. A reunião aconteceu na sede da PRF, em Lagoa Nova.


Fechamento de retorno na altura do Sam's diminuiu acidentes pela metade Foto :Fábio Cortez/DN/D.A Press Pelo projeto, os retornos estarão localizados em cinco pontos: nas proximidades do Sam's Club, em Neópolis; nas imediações do antigo posto Senador, em frente ao conjunto Cidade Satélite; próximo a Emaús; e na altura da entrada do Aeroporto Augusto Severo, em Parnamirim. Paraa PRF, não haverá fluidez no trânsito se os cinco retornos forem criados. "A gente tem que se reportar aos efeitos técnicos. Além do transtorno que é a existência de vários sinais na via, pode aumentar o número de acidentes. Estamos falando de uma BR", disse Gibson.

Um estudo de viabilidade foi solicitado ao DNIT, mas a PRF já adiantou que a medida poderá fazer com que aumente a quantidade de acidentes de carros e motos entre Natal e Parnamirim. Por dia, mais de 60 mil veículos circulam pela BR-101, especialmente no sentido Parnamirim-Natal. Os congestionamentos são constantes e alguns gargalos ocorrem especialmente onde há ou haviam retornos semafóricos, como é o caso do cruzamento do tráfego entre Cidade Satélite e Nova Parnamirim, na Avenida Maria Lacerda Montenegro.

"Estamos fazendo um levantamento com a quantidade de acidentes com vítimas após o fechamento do retorno de Neópolis. Por ora constatamos que houve uma redução significativa de 50% do total, além da diminuição dos engarrafamentos. Ou seja, recolocar os retornos significará aumentar o número de ocorrências e aumentar o tráfego", revelou o inspetor.

"O projeto já tem orçamento e precisa ser concluído até o próximo ano", apontou Gibson sobre o primeiro ponto esclarecido no encontro. O inspetor explicou que a elaboração do projeto é de 2002, por isso algumas adequações precisam ser feitas, além de novas alterações que necessitam ser elaboradas para esse trecho da BR-101. Ao longo dos anos transformações foram acontecendo na via, como por exemplo, o projeto que pretende fazer um túnel ligado a BR-101 às imediações da avenida Maria Lacerda. De acordo com Gibson, o Dnit concordou em ouvir as modificações relatadas pela PRF. No final da próxima semana, representantes do Dnit e da Polícia Rodoviária Federal irão percorrer os 10 quilômetros da BR-101 para observar os principais pontos de modificação.

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Consequências do crescimento

Trinta minutos. Esse é o tempo que o publicitário Wilder Neto leva diariamente para percorrer o percurso de dois quilômetros entre a Avenida Maria Lacerda, em Nova Parnamirim, e a BR-101. O transtorno diário fez com que ele mudasse o horário de sair de casa de 7h15 para 5h30. "Saio mais cedo e vou direto para a academia, de lá sigo para o trabalho. Foi o jeito que eu encontrei de burlar o trânsito", relata. Entrar e sair de Nova Parnamirim nos horário de pico é o que podemos chamar de um verdadeiro exercício de paciência. As principais vias do bairro (avenidas Ayrton Senna, Maria Lacerda e Abel Cabral) estão saturadas e já não comportam mais o fluxo de veículos. O secretário de obras de Parnamirim, Naur Ferreira, afirma que a prefeitura está de mãos atadas porque as obras necessárias para resolver o problema são de responsabilidade dos governos federal e estadual. Enquanto as melhorias não vêm, quem pode evita os horários de pico, quem não pode... exercita a paciência.


Crescimento imobiliário já acusa mais de 21 mil domicílios particulares na região que mais cresce na Grande Natal Foto?Fábio Cortez/DN/D.A Press
O bairro de Nova Parnamirim teve um crescimento imobiliário exorbitante nos últimos 10 anos. A grande oferta de novos empreendimentos, a proximidade do centro de Natal e os preços até então acessíveis atraíram moradores da capital potiguar para o bairro do município vizinho. De acordo com o IBGE, entre 2000 e 2010, o número de domicílios particulares passou de 7.136 para 21.192, enquanto a população aumentou de 24.952 para 54.076 pessoas. Para o corretor e empresário do ramo, Caio Fernandes, a região se tornou atrativa para construtoras por ser um dos últimos redutos próximos à capital com grandes terrenos. "Faltam terrenos grandes em outros bairros de Natal e os lugares que teriam condições de receber grandes edifícios não podem porque o Plano Diretor não permite a construção de empreendimentos desse porte. É o caso de Cidade da Esperança e Ponta Negra. Natal não tem mais para onde crescer e Nova Parnamirim se tornou uma boa opção", diz.

Gargalo
Com o aumento de 116% no número de habitantes em 10 anos os problemas com o trânsito foram inevitáveis. Um dos principais gargalos no trânsito local é a entrada e saída da Avenida Maria Dolores, continuação da Avenida Maria Lacerda. Quem trafega pela BR-101 sentido Parnamirim enfrenta um sinal para ter acesso à Maria Dolores. Neste local não existe mais horário de pico, o trânsito é lento a qualquer hora do dia. "Aquele sinal é um tormento, é horrível. Ele abre e fecha incontáveis vezes. O pior horário é entre 19h e 20h30, mas em nenhum horário do dia o trânsito ali é livre", conta Wilder Neto. Para quem vem da Avenida Maria Dolores com o objetivo de entrar na BR-101 a situação não é diferente. "Nesse trecho o motorista tem que esperar quem está vindo da BR-101 entrar na Maria Dolores para só então passar. Ali era para ser tranquilo, mas quem vai pegar a BR-101 sentido Parnamirim fecha o trânsito e não deixa quem vai pegar a BR-101 sentido Natal passar", explica o comerciante André Oliveira, 42, morador do bairro há cinco anos.

A Avenida Ayrton Senna há tempos não é uma boa opção para quem pretender sair ou entrar de Nova Parnamirim. Além dos vários sinais, a via recebe ainda o fluxo dos bairros de Pirangi, Neópolis, Cidade Jardim e Capim Macio. Já a Avenida Abel Cabral tem um fluxo menor de carros, mas nos horários de pico também enfrenta congestionamento. "A Abel Cabral até seria uma boa opção, mas vive em obras. Há pouco tempo estava com duas pistas interditadas, aí não tem como o trânsito fluir bem", disse André Oliveira.

Segundo o secretário de Obras de Parnamirim, Naur Ferreira, a solução para este problema específico seria a construção de um túnel - ou um viaduto - na BR-101, o que desafogaria o trânsito tanto na entrada e saída do bairro quanto na própria BR. "A entrada de Nova Parnamirim inviabiliza o tráfego na BR-101. Antigamente esse problema era só no horário de pico, mas hoje em dia é constante. Se fosse construído um viaduto, ou um túnel, como existe ali na altura do Makro, o problema seria resolvido. Com a construção do viaduto nós tornaríamos a MariaLacerda mão única, entrando no bairro, e a Abel Cabral também seria mão única, saindo do bairro. Mas a última reunião que tivemos com o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) sobre esse assunto foi no ano passado, antes daquela operação da Polícia Federal que prendeu vários funcionários e o superintendente do órgão. Mesmo que de forma indireta aquele escândalo todo (no DNIT) atrapalhou muito a gente", diz o secretário.

Por meio da assessoria de imprensa, o DNIT informou que "o projeto do viaduto ou túnel ainda está em processo de viabilização técnica e financeira, sem previsão de prazo".
http://www.diariodenatal.com.br/2011/09/18/cidades3_0.php

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Vicente Neto e Ciro Marques - repórteres

Não faz nem tanto tempo assim. No final da década de 1980, o filho mais velho do senhor Manoel Araújo comprou um terreno longe do centro de Natal, onde só havia mato por todos os lados. Aos poucos o local foi ganhando ares urbanos, as granjas sendo vendidas, uma a uma. Começaram a chegar Franciscos, Antônios, Marias.  A cada dia, um novo vizinho; a cada espaço de tempo, uma nova rua. Hoje os Araújos moram numa área privilegiada da Abel Cabral, em Nova Parnamirim, um dos metros quadrados mais caros do Rio Grande do Norte. 

arquivo/tnEm Nova Parnamirim, uma das áreas de expansão imobiliária da Grande Natal, o número de domicílios particulares teve crescimento de quase 200% na última décadaEm Nova Parnamirim, uma das áreas de expansão imobiliária da Grande Natal, o número de domicílios particulares teve crescimento de quase 200% na última década
"Quase todo dia estaciona carros aqui na porta com gente querendo saber se não vendo este terreno. Certa vez, para encerrar a conversa, disse para o homem que vendia por R$ 2 milhões. Ele

olhou pra mim e perguntou se a gente podia fechar o negócio. Mas não vendo isso aqui por dinheiro nenhum do mundo", reforça Araújo, de 83 anos, que ganha a vida fabricando carros de mão de zinco para vender às construtoras que aportam por lá, ao preço de R$ 300.

O crescimento frenético deu lugar a um dos bairros mais populosos da Grande Natal. São 54.076 habitantes, segundo o Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao longo do tempo, as granjas foram substituídas por casas e as casas por apartamentos. Se fosse uma cidade, Nova Parnamirim seria hoje a oitava mais populosa do Estado, superando Assu (53.227), Currais Novos (42.652) e São José do Mipibu (39.776).

Os recenseadores do IBGE contaram 21.192 domicílios particulares, aumento de 196,97% se comparado com o Censo de 2000. Apesar de ser conhecida popularmente como Nova Parnamirim, naquele tempo aquela área era dividida oficialmente em duas partes: Parque do Pitimbu e Parque dos Eucaliptos. Os dois bairros viraram Nova Parnamirim no início da década passada.

Para o ex-secretário de Planejamento da Prefeitura de Parnamirim, Jorge Cunha, o crescimento acelerado do bairro foi motivado por uma série de fatores. Primeiro, a falta de terrenos em Natal e as restrições impostas pelo Plano Diretor da década de 1990, que encareceu o metro quadrado na capital, levando as construtoras a optarem por uma área mais em conta, de retorno garantido. Segundo, a invasão "estrangeira" que despertou o interesse em muitas pessoas de investir numa aplicação segura - a compra de imóveis para alugar ou mesmo ganhar dinheiro, vendendo depois. Um outro fator, que desta vez levou a classe média de Parnamirim a se deslocar para o bairro nobre, foram as limitações de gabarito no Centro e bairros em torno do Aeroporto Internacional Augusto Severo. 

Em menor grau, mas com intensidade semelhante, o ritmo de crescimento se repetiu em outras áreas de expansão da Grande Natal. Ponta Negra virou uma torre de babel: o número de domicílios pulou de 6.227 (em 2000) para 12.088 no ano passado. Emaús dobrou de tamanho. O Planalto esticou. E até a velha e charmosa Redinha se expandiu.

Pergunta óbvia: ainda há espaço para crescer? Do pronto de vista empresarial, sim. A Grande Natal foi, é e continuará sendo um eldorado para a construção civil, segundo a presidente da Associação Brasileira do Mercado Imobiliário, Virgínia Duailibe. "Se investiria? Claro! Essa região é ótima. Quem não investiria? Aliás, não só investiria, como moraria em Natal", disse a empresária, em entrevista à Tribuna do Norte, antes de uma palestra no Sindicato de Habitação do Rio Grande do Norte (Secovi/RN), no início de agosto.

Os censos do IBGE mostram como a Grande Natal cresceu na primeira década do Século 21. Como uma chapa de raios-x, desce a detalhes. Exemplo: em Natal, havia 27.901 apartamentos no ano passado, o equivalente a 11,85% do total de domicílios; Parnamirim segue o mesmo caminho:  7.176 unidades (11,89%). No Rio Grande do Norte há 7.998 apartamentos ocupados por apenas um morador. São 5.334 em Natal, 1.268 em Parnamirim, 687 em Mossoró e apenas 50 em São Gonçalo. Outras curiosidades: em Natal existem 15.503 casas em vilas ou condomínios; no Rio Grande do Norte, 129.936 domicílios estavam vagos, 10.398 deles em Natal, quando foi realizado o Censo, no segundo semestre de 2010.

Densidade demográfica das capitais

Sem espaço para se expandir, Natal cresceu na vertical na década passada, quando experimentou um de seus melhores momentos desde que a cidade despertou para o turismo, há 35 anos. O número de apartamentos passou de 14 mil para quase 28 mil, no ano passado, segundo o IBGE. Com isso, a verticalização deu um salto de 7% para 11,85%. No comparativo com outras capitais, ainda é um percentual baixo. No Recife esse índice é de 27%, em Salvador, 25% e em Fortaleza, 17%.

Com uma área de 170,2 quilômetros quadrados, Natal tem a sexta maior densidade demográfica entre as capitais brasileiras. Está atrás de Fortaleza, São Paulo, Belo Horizonte, Recife e Rio de Janeiro. A Grande Natal concentrou a maioria dos empreendimentos habitacionais construídos na última década. Juntas, Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba, Ceará-Mirim, São José de Mipibu, Nísia Floresta, Extremoz e Monte Alegre têm 386.442 domicílios particulares.

Impulsionada pela melhoria das condições de vida e pelo aumento da renda per capita da população, a indústria da construção civil do Rio Grande do Norte teve crescimento chinês. O valor de incorporações, obras e serviços saiu de R$ 1,4 bilhão em 2007 para R$ 2,0 bilhões em 2008. Em 2009, mesmo enfrentando os chamados "tremores secundários" da crise das hipotecas dos Estados Unidos, os investimentos foram ainda maiores: R$ 2,4 bilhões. 

Os dados referentes ao ano passado ainda estão sendo tabulados pelos técnicos do IBGE. Bons ou ruins, eles não terão muita importância para o mercado. Isso porque os indicadores de 2011 registram um volume de crédito para financiamentos imobiliários de R$ 277 milhões, o equivalente a 47,9% do total previsto para o ano.
http://tribunadonorte.com.br/noticia/crescimento-em-ritmo-alucinado/194284