http://www.nominuto.com/noticias/politica/as-implicacoes-da-adesao-do-pmdb-de-henrique-a-gestao-rosalba/76504/
Sou morador de Candelária há 32 anos e tento colaborar para que nosso bairro e cidade fiquem ainda melhores. Publicar um blog com as notícias referentes a nossas ações, solicitações, pretensões e precauções me pareceu uma boa maneira para buscarmos união em objetivos comuns!
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011
As implicações da adesão do PMDB de Henrique à gestão Rosalba
Na última terça-feira (6), aconteceu o que dez em cada dez observadores políticos esperavam acontecer. O deputado federal Henrique Alves (PMDB) anunciou seu apoio “político e administrativo” à gestão da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). Agora, tanto a banda do partido sob seu comando como a fatia que segue a orientação do ministro Garibaldi Filho (Previdência) são, oficialmente, governistas. O anúncio põe fim à cisão peemedebista de 2010, quando Henrique e Garibaldi se dividiram, respectivamente, entre os palanques do então governador e candidato à reeleição Iberê Ferreira de Souza (PSB) e da então senadora Rosalba. Houve quem visse aí a velha tática usada pelas oligarquias de se dividir para se manter no poder.
O martelo da aliança foi batido durante um café da manhã no apartamento de Henrique. Depois do convescote, Rosalba disse que não poderia “prescindir do apoio, da força e da liderança” do peemedebista. A democrata ainda enalteceu a “expressão” que o deputado tem, atualmente, no cenário político nacional.
Líder na Câmara do partido do vice-presidente da República, Michel Temer, e, ainda, tido como dos interlocutores mais influentes do governo da presidenta Dilma Rousseff, Henrique se apressou em dizer que a aliança estadual com a gestão do DEM, adversário feroz da administração do PT, não lhe causa nenhum “constrangimento” com o Palácio do Planalto. Ele chegou até a dizer que a união teria a “simpatia” de Dilma.
O céu, porém, não é assim tão de brigadeiro, como pintado pelo líder peemedebista. Entre os aliados do Rio Grande do Norte, a aproximação com o DEM não foi nem um pouco bem vista. A deputada federal Fátima Bezerra (PT), por exemplo, disse não entender a postura dúbia do PMDB, que é aliado do PT em Brasília e, aqui no Estado, se une ao governo que tem à frente o partido que faz a oposição mais “raivosa” à gestão da presidenta Dilma Rousseff.
Fátima lembrou que o presidente nacional do DEM é o senador potiguar José Agripino Maia, fiador da eleição e da gestão de Rosalba Ciarlini. Jajá, como é conhecido o líder democrata, faz às vezes de franco atirador contra o governo federal desde o primeiro governo do ex-presidente Lula.
A incoerência ideológica, porém, parece não preocupar Henrique Alves. As atenções do peemedebista estão voltadas, na verdade, para 2014. O interesse dele é assegurar o apoio da governadora e do grupo do DEM ao seu projeto de disputar uma vaga de senador. Caso o plano dê certo e ele venha a ser eleito, a hegemonia da família Alves no Senado estaria assegurada, com Henrique e Garibaldi ocupando duas das três vagas do RN na Casa.
A aliança do PMDB com o DEM, embora politicamente forte, não é garantia da candidatura de Henrique ao Senado. Analistas políticos apostam que ele não se lançará numa situação extremamente favorável, com a vitória esteja assegurada por “W.O”. A ambição dele, dizem os observadores, é se tornar o “candidato de todos” em 2014.
Mais uma vez, nuvens carregadas surgem para tornar escuro o claro céu desenhado pelo líder do PMDB. É que, no meio do caminho, há algumas pedras que precisam ser removidas. A primeira atende pelo nome do vice-governador Robinson Faria (PSD), que almeja o mesmo posto ambicionado pelo peemedebista em 2014. Além dele, há a ex-governadora Wilma de Faria (PSB) e a deputada federal Fátima Bezerra (PT) que também têm planos de disputar a vaga no Senado. Num cenário assim tão congestionado, com nomes igualmente competitivos, Henrique pode declinar do páreo.
A matemática de 2014, entretanto, passa antes pelo pleito de 2012. É consenso em todos os lados ideológicos que o sucesso ou o fracasso na sucessão municipal do próximo ano, principalmente em Natal e Mossoró, será determinante para o embate de dois anos mais tarde. Mas político nenhum, vocês sabem, dá ponto sem nó.
Henrique e Rosalba acertaram que o PMDB terá candidato próprio a sucessão da prefeita de Natal, Micarla de Sousa (PV), com o respaldo do DEM. Em troca, os peemedebistas apoiarão a candidatura ungida pela governadora na disputa pela sucessão da prefeita de Mossoró, Fafá Rosado (DEM). Com isso, esperam garantir o controle das duas maiores cidades do RN, peças importantes no complexo tabuleiro que começa a ser montado para 2014.
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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Estratégias semelhantes com os olhos em 2012
O segundo semestre deste ano marcou a largada da disputa pela Prefeitura de Natal. Os principais pré-candidatos à sucessão da prefeita Micarla de Sousa (PV) já colocaram o bloco na rua. As estratégias são semelhantes. Começaram os encontros partidários, as discussões dos problemas da cidade e as elaborações de projetos. Cada partido definiu seu cronograma de atividades. Os pré-candidatos lutam para viabilizar seus nomes, com boas aparições nas pesquisas de opinião pública.
Por enquanto, pelo menos seis nomes já despontam como possíveis candidatos: a prefeita Micarla de Sousa, a ex-governadora Wilma de Faria (PSB), o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo (PDT), o deputado federal Rogério Marinho (PSDB), o deputado estadual Hermano Morais (PMDB) e o deputado estadual Fernando Mineiro (PT). Todos já tiveram seus nomes incluídos nas pesquisas de opinião e Carlos lidera a corrida. Entre os citados inclui-se também Fábio Faria (PMN) e Felipe Maia (DEM), que não confirmam apostulação.
O ano pré-eleitoral, como eles mesmos dizem, não é de composição. Os partidos estão buscando se fortalecer individualmente para buscar alianças somente no ano que vem. No entanto, as "conversas informais" já começaram a existir, cada um respeitando a pré-candidatura do possível aliado. PSB, PT e PDT possuem afinidades nacionais que, dependo das articulações pode gerar uma aliança para o próximo ano. Já o PSDB tem proximidade política com o DEM, o que pode culminar com uma composição.
Prevendo a unificação de pré-candidaturas em um só projeto, o senador José Agripino, presidente nacional e estadual do DEM, já começou a articular - com o deputado federal Henrique Eduardo, presidente estadual do PMDB, o ministro Garibaldi Filho (PMDB) e o ex-deputado Carlos Augusto (DEM) - a formação de um bloco para disputar a Prefeitura de Natal e marchar unido também rumo às eleições de 2014. Como as pré-candidaturas ainda estão em fase de viabilização, o grupo não definiu se sairá unido no primeiro turno ou faráuma composição no segundo.
Tradicionalmente, em Natal e no RN, os principais grupos políticos se unem em tornos de duas candidaturas que polarizam a esleição. Há quem defenda a tese das múltiplas candidaturas para o ano que vem. Mas, o cenário eleitoral de 2012 ainda é incerto.
http://tribunadonorte.com.br/noticia/navios-desfilam-pelo-litoral-de-natal/194784
Prefeita evita falar em política, mas reforça agenda positiva nas comunidades e aposta nas obras da Copa para obter visibilidade Foto?Augusto Ratis/Divulgação/D.A Press |
O ano pré-eleitoral, como eles mesmos dizem, não é de composição. Os partidos estão buscando se fortalecer individualmente para buscar alianças somente no ano que vem. No entanto, as "conversas informais" já começaram a existir, cada um respeitando a pré-candidatura do possível aliado. PSB, PT e PDT possuem afinidades nacionais que, dependo das articulações pode gerar uma aliança para o próximo ano. Já o PSDB tem proximidade política com o DEM, o que pode culminar com uma composição.
Prevendo a unificação de pré-candidaturas em um só projeto, o senador José Agripino, presidente nacional e estadual do DEM, já começou a articular - com o deputado federal Henrique Eduardo, presidente estadual do PMDB, o ministro Garibaldi Filho (PMDB) e o ex-deputado Carlos Augusto (DEM) - a formação de um bloco para disputar a Prefeitura de Natal e marchar unido também rumo às eleições de 2014. Como as pré-candidaturas ainda estão em fase de viabilização, o grupo não definiu se sairá unido no primeiro turno ou faráuma composição no segundo.
Tradicionalmente, em Natal e no RN, os principais grupos políticos se unem em tornos de duas candidaturas que polarizam a esleição. Há quem defenda a tese das múltiplas candidaturas para o ano que vem. Mas, o cenário eleitoral de 2012 ainda é incerto.
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