A previsão do secretário Cláudio Porpino, da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SEMSUR), é de entregar a obra do calçadão da praia de Areia Preta até o próximo dia 15 de dezembro. A obra, que estava paralisada já há alguns meses, está sendo retomada após o acerto financeiro com a construtora Engecal que deverá acontecer nos próximos dias. A Prefeitura deverá liberar até o dia 6 de dezembro o pagamento de R$ 97 mil, referente à penúltima medição, restando pagar ainda R$ 100 mil, somando R$ 197 mil, que é o que resta para a conclusão da obra.
Cerca de 50 metros do calçadão foram interditados - do relógio do Sol às proximidades do restaurante Farol Bar - para que a reconstrução e reestruturação da parte que não desabou sejam realizadas. Paralisada há alguns meses por falta de contrato, a obra que está calculada em R$ 480 mil, está com 60% paga.
http://www.diariodenatal.com.br/2011/11/23/cidades3_0.php
Sou morador de Candelária há 32 anos e tento colaborar para que nosso bairro e cidade fiquem ainda melhores. Publicar um blog com as notícias referentes a nossas ações, solicitações, pretensões e precauções me pareceu uma boa maneira para buscarmos união em objetivos comuns!
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Má conservação afasta freqüentadores dos calçadões
Caminhar pelos calçadões das praias urbanas de Natal não tem sido um dos serviços mais fáceis nos últimos tempos. A falta de infraestrutura se espalha ao longo de toda orla da capital potiguar, desde a praia de Ponta Negra, passando pela Via Costeira, até as proximidades da ponte Newton Navarro. Os esportistas amadores, em especial os que caminham, correm e pedalam à beira da praia, são os que mais reclamam da atual situação dos calçadões, pois são os que diariamente utilizam-se dos locais para a prática esportiva.
Para o garçom Gilson Dantas, 30 anos, que pelo menos três vezes por semana faz caminhada no calçadão de Ponta Negra, a falta de cuidados com o patrimônio público reflete no afastamento dos frequentadores da praia que é um dos principais pontos turísticos. "O pior problema é a falta de manutenção, que acaba criando muitos buracos, deixando pedras soltas pelo caminho, causando desnível. Muitas vezes já vim caminhando desatento, cai em um buraco e quase torço o pé. Essa falta de estrutura acaba afastando até mesmo quem não vem para caminhar ou correr", afirma Gilson. Segundo ele, em muitos pontos do passeio público, as depressões são formadas devido a canos de saneamento básico, que estouram e terminam também jogando esgoto para as calçadas.
Frequentador diário do calçadão da praia de Areia Preta, o biólogo Felismino Fernandes, 49 anos, também culpa a falta de cuidado pela atual situação do calçadão. "Caminho duas vezes por dia e vejo como está ruim a situação do calçadão desta praia. Tem vários pontos em que a estrutura metálica de sustentação está completamente corroída, assim como estava quando aquele trecho que caiu em fevereiro. É muito perigo", aponta o biólogo.
Recuperação
A obra de recuperação do trecho, que desabou no dia 8 de fevereiro deste ano, após vários adiamentos e reformulações no prazo, sendo o último no mês passado, deverá ser concluída apenas em outubro. De acordo com o secretário municipal de serviços urbanos, Cláudio Porpino, a data foi firmada com a construtora responsável pela obra. "O que ficou acertado com a construtora Engecal é de que a obra de recuperação seja entregue até outubro, no máximo", afirmou o titular da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur).
Ainda de acordo com o secretário, a recuperação de parte do calçadão que arriou nas imediações da praia do Forte na semana passada deverá ser iniciada em breve. Está previsto para hoje a escolha da empresa que irá realizar o serviço, que deverá custar aproximadamente R$ 200 mil. "Recebi os orçamentos e no mais tardar nesta sexta-feira estarei anunciando a empresa escolhida. Assim as obras deverão começar já na próxima segunda-feira (5)", disse Cláudio Porpino.
Força da maré derrubou calçadão na praia do Forte. Serviço custará R$ 200 mil Foto: Carlos Santos/DN/D.A Press |
Frequentador diário do calçadão da praia de Areia Preta, o biólogo Felismino Fernandes, 49 anos, também culpa a falta de cuidado pela atual situação do calçadão. "Caminho duas vezes por dia e vejo como está ruim a situação do calçadão desta praia. Tem vários pontos em que a estrutura metálica de sustentação está completamente corroída, assim como estava quando aquele trecho que caiu em fevereiro. É muito perigo", aponta o biólogo.
Recuperação
A obra de recuperação do trecho, que desabou no dia 8 de fevereiro deste ano, após vários adiamentos e reformulações no prazo, sendo o último no mês passado, deverá ser concluída apenas em outubro. De acordo com o secretário municipal de serviços urbanos, Cláudio Porpino, a data foi firmada com a construtora responsável pela obra. "O que ficou acertado com a construtora Engecal é de que a obra de recuperação seja entregue até outubro, no máximo", afirmou o titular da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur).
Ainda de acordo com o secretário, a recuperação de parte do calçadão que arriou nas imediações da praia do Forte na semana passada deverá ser iniciada em breve. Está previsto para hoje a escolha da empresa que irá realizar o serviço, que deverá custar aproximadamente R$ 200 mil. "Recebi os orçamentos e no mais tardar nesta sexta-feira estarei anunciando a empresa escolhida. Assim as obras deverão começar já na próxima segunda-feira (5)", disse Cláudio Porpino.
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quarta-feira, 15 de junho de 2011
Praia do Meio abandonada
Mesmo após várias promessas de melhorias e incentivos, vindas desde a época da construção da Ponte Newton Navarro, a situação da orla urbana de Natal, em especial nas praias do Meio, do Forte e dos Artistas, não se encontra como o esperado para uma cidade turística como a capital potiguar.
A falta de manutenção por todo o passeio público é visível em inúmeras partes. O madeiramento utilizado para proteção do calçadão está, em muitos pontos, quebrado. As pilastras há muito não recebem uma pintura, assim como o próprio calçadão, que tem as pedras soltas em inúmeros locais, atrapalhando o passeio do turista que quer conhecer as praias urbanas e do natalense que deseja visitar o local.
No início do ano, parte do calçadão da Praia de Areia Preta desabou e, até o momento, as obras de recuperação não foram concluídas. Os problemas não ficam somente na falta de manutenção, mas também passam pela ausência de estrutura física por toda orlapara receber os visitantes. Segundo Everton de Oliveira, proprietário de um dos 24 quiosques instalados ao longo da Praia do Meio, o estado de abandono é total. "Até agora só recebemos promessas. Por exemplo, falta banheiro para atender todo mundo e os lixeiros são poucos para a quantidade de pessoas que vêm para a praia" afirma o barraqueiro de 27 anos, que administra o "Quiosque dos Artistas".
Já a comerciária Nilza de Oliveira, 33 anos, reclama dos vendedores ambulantes. "Às vezes aparece a fiscalização para retirá-los, mas não passa muito tempo e eles voltam", afirma a garçonete. Para Nilza, o ponto positivo dos últimos meses, apesar da falta de estrutura do calçadão, é o policiamento realizado no local. Segundo o major Marlon de Góis, comandante da Companhia Independente de Policiamento Turístico (Ciptur), as ações realizadas nos últimos meses fizeram as estatísticas de crimes caírem de forma substancial na área.
Mas, para os turistas, a imagem pintada da Praia do Meio ainda é de violência e abandono. Segundo a goiana Carmen Cardoso, 33 anos, tudo o que se fala sobre as praias urbanas é sobre como é perigoso visitá-las. "Os próprios guias falam que não é para vir aqui, devido o perigo que poderíamos correr. Mas, pelo que vi, não é nada do que falaram. O atendimento é ótimo e a praia muito agradável", ponderou a autônoma. A goiana somente visitou o local no último dia da sua temporada de férias de uma semana em Natal, apesar de estar hospedada a menos de 300 metros da Praia do Meio.
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